Trabalhista  |  28-08-2018

Gestão de benefícios no RH

Os benefícios na gestão de recursos humanos tornam-se um diferencial quando se trata de manter e reter talentos. Uma empresa que oferece um pacote de benefícios atrativos, tem a possibilidade de reter seus colaboradores, mantê-los motivados e atrair bons talentos para a organização, alcançando mais produtividade e competitividade dentro da organização.

Para Marras (2012) um programa de benefícios normalmente atende a dois campos de objetivos: os da organização e os dos indivíduos: Em relação ao colaborador, o plano de benefícios tem como finalidade melhorar a sua qualidade de vida e está integrado na remuneração.

Analisando os interesses da organização, o plano de benefícios deve atender as necessidades básicas dos colaboradores de forma que mantenha baixos os índices de absenteísmo e rotatividade e torne a empresa competitiva diante a concorrência.

Segundo Chiavenato (2004), os serviços e os benefícios proporcionados pelas empresas demonstram a maneira pela qual elas buscam compensar o esforço dos colaboradores, proporcionando atividades de apoio e suporte, prezando sua qualidade de vida. Dessa forma, reconhece o colaborador que se dedica em suas funções, deixando claro seus aspectos de avaliação de desempenho.

Marras (2012) destaca que outro aspecto bastante apreciado dos benefícios não monetários é de que estes possibilitam a satisfação das necessidades do colaborador sem que este seja taxado pelo imposto de renda, se tornando uma estratégia bastante atrativa para executivos e demais cargos do nível estratégico da organização.

Já para Martinho, Lousã, Soares e Mineirinhos (2017), o sistema de benefícios trata-se de um conjunto de mecanismos alinhados com a visão da organização, resultando em motivação pessoal, aumentando assim a produtividade dos colaboradores, e consequentemente da organização. A implantação deste consiste em três objetivos: atrair, motivar e reter os melhores colaboradores da organização, desenvolvendo suas habilidades e atitudes; assegurando os níveis de desempenho e melhorando os níveis de eficiência do trabalho, cumprindo as metas utilizando o menor número de recursos possível.

Segundo Bohlander e George (2003), os colaboradores desenvolvem mais suas habilidades e conhecimentos na realização de suas funções quando os incentivos estão vinculados aos resultados, encorajando-os a trabalhar em conjunto, como uma equipe.

Colaboradores satisfeitos com seu trabalho e que se sentem respeitados e reconhecidos por aquilo que desenvolvem tornam-se parceiros de negócio. Eles fazem muito além do que as suas obrigações e se preocupam com o andamento da empresa.

Além do bem-estar dos profissionais, a motivação também é importante para o bom andamento das atividades. Profissionais desmotivados podem comprometer a performance, produtividade e os resultados apresentados, já que normalmente não criam um vínculo com a organização e acabam realizando apenas o essencial, sem ampliar sua visão ou se preocupar com o desenvolvimento da empresa, já uma empresa que utiliza o fator motivação, premiação, reconhecimento, integração com família e respeito, consegue obter muito mais dos colaboradores, e superar as expectativas.

A organização deve enxergar e reconhecer que o capital humano é o verdadeiro diferencial para o negócio, e por isso, deve ser valorizado. A Maxipas firmou parcerias com a Vielife Sodexo e a Previneo visando essa valorização humana e oferecendo benefícios adicionais aos colaboradores.

Fonte: RH Portal